Mostrando postagens com marcador internet. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador internet. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 3 de março de 2008

A dor-de-cotovelo em tempos do Orkut

O texto não é meu, mas achei divertido!

A dor-de-cotovelo está morrendo. Ou ganhando uma brevidade, uma efemeridade, digna dos tempos da tal pós-modernidade (se alguém ainda sacar o que é isto, por favor, cartas para a redação –ops, nem redações existem mais…).
Ah, mas não sou oráculo nem Paulo Coelho (muito menos o Arnaldo Jabor), então não sei se isso é bom ou ruim. Talvez a gente descubra as conseqüências tarde demais. Talvez as conseqüências transformem o mundo no Paraíso (com maçãs, mas sem cobras, por favor). Fato irrefutável: finalmente o planeta será destruído, ou melhor, comandado, por uma geração criada na dor-de-cotovelo virtual. A turma dos amores cibernéticos está chegando.
Para quem não se lembra, há muuuuiiiitoooo tempo (uns três anos, mais ou menos), as pessoas terminavam seus namoros, casinhos, romances, casamentos e relacionamentos doentios e sofriam por uma infinidade de dias (certo, em alguns casos, o negócio todo durava minutos, mas aí não entram na minha estatística).
Mas a graça da história era o sofrimento pós-romance. E mais: a dor-de-cotovelo era um grande barato. Sério. Você ficava lá, tristonho e remoendo uma raiva represada. Não importava se você é quem tinha dado um suave pé na traseira da pequena. Ou se tinha levado um coice. A sensação era a mesma: rancor pelo tempo perdido. Você queria ficar em paz, esquecer a sirigaita, desprezar o passado e JAMAIS (vocês que estão dormindo, prestem atenção porque este é um momento capital da crônica) OUVIR O NOME DAQUELA VAGABUNDA (geralmente os termos fortes –e injustos- afloram neste trecho).
Assim, partia para resgatar planos esquecidos, voltava a estudar, pensava em mudar o mundo, andava sem rumo, tomava cerveja gelada sozinho num bar antes despercebido, descobria que seus pais estavam vivos e moravam na mesma casa que você etc.
Então, um belo dia, ao caminhar pelo bosque, você encontra a ex com outro (geralmente o seu oposto). E descobre que ela está feliz. E os dois te olham com cara de “putz, o sujeito está um trapo”… E o resto da melodia vem naturalmente.
Sim, você também já fez uma farra com as companheiras da ex, bebeu vodca batida com amoníaco, chamou umas amigas para curtirem um final de semana na praia… E daí? Nada disso impedia a dor de cotovelo e a surpresa ao descobrir o paradeiro do ex-amor.
E agora? Em tempos de Orkut, a dor-de-cotovelo atinge o nível 0 da Escala de Sofrimento Amoroso, desenvolvido na Califórnia. Não dá tempo, caramba! Eis o ciclo completo de um “Amores Perdidus” hoje:
- 19h30 – fim do relacionamento;- 19h31 – casais se despedem;- 19h32 – você muda seu perfil no Orkut;- 19h33 – alguém envia uma mensagem dando parabéns pela decisão;- 19h34 – alguém manda uma mensagem dizendo que sempre foi apaixonada por você;- 19h35 – alguém te convida para um encontro;- 19h36 – você topa;- 19h37 – a ex checa o seu perfil, descobre que você já está sendo assediado, chora por 12 segundos e parte para o ataque;- 19h38 – a ex muda o próprio perfil no Orkut;- 19h39 – seu melhor amigo chama a ex para sair.- 19h40 – antes de sair para ficar com a menina que te convidou para assistir a um show, você passa pelo perfil da sua ex e descobre que ela nem esperou o corpo esfriar. Então, dá um soco na mesa, grita “sua vagabunda” e desliga o computador.
Já vi casos mais rápidos que este. Inclusive tenho um amigo que se apresenta como “detetive do Orkut”. Se quiser, ele encontra quem você pedir e te dá as coordenadas. É o fim definitivo da dor-de-cotovelo infinita, daquele conforto por desconhecer o paradeiro do ex-amor.
Para fechar a tese, graças ao Orkut, os emos fazem tanto sucesso (e têm essas caras que evocam o passado e os Smiths). Eles acreditam na dor-de-cotovelo, no sofrimento, no esquecimento lento e gradual de uma paixão.
Por quê? Ora, minhas amadas leitoras e queridos amigos… Muitas vezes, o “não saber” e a dúvida alimentam a alma de um desenganado e podem transformar a miséria em poesia. Mas, tudo isso exige um certo tempo, pô.

(por: Careca- site:http://machoperonomucho.uol.com.br )

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Google

Achei esse texto em outro blog, que parece ter sido extraido de um e-mail. É bem grande,mas muito interessante.

Será que eles estão certos?

Stacy Sullivan, primeira gerente de recursos humanos da Google, lembra da primeira vez que os fundadores da empresa a fizeram quebrar um paradigma. No seu segundo dia de trabalho, no final de 1999, Page e Brin - fundadores da Google - apareceram em seu escritório com a sugestão de transformar a sala de reuniões em uma creche para cuidar dos filhos dos funcionários.
Sullivan ficou horrorizada com a idéia de quebrar tudo na sala de reuniões.
A idéia parecia "não apropriada" para um ambiente de trabalho corporativo.Além disso, somados TODOS os filhos de TODOS os funcionários da Google naquela época, você chegava ao incrível número de 2.
"Depois que eu expus todos os argumentos que eu conhecia, Page e Brin olharam para mim e disseram,- Legal, mas por que não podemos transformar a sala de reunião em umacreche?'".
Com esse ESPÍRITO quebra tudo, a Google acaba de ser escolhida - primeira de muitas futuras vezes- O MELHOR LUGAR PARA SE TRABALHAR NOS EUA!!Ou seria melhor dizer, O MELHOR LUGAR PARA SE VIVER NOS EUA?
Comida não falta. Sergey Brin, fundador da Google, acredita que o funcionário da empresa não pode trabalhar distante mais que 150 metros de uma boa cafeteira repleta de comes e bebes saudáveis.
Dito e feito.Sujou a roupa?Leva para o escritório!A lavanderia da Google fica aberta 24 horas.
Tá precisando trocar o óleo do carro? Enquanto trabalha, a oficina da Google dá um tapa no carango. Se estiver sujo, o lava carros da Google dá o toque final.
O verão tá chegando e você quer entrar no shape? Dá uma passada na big huge academia de malhação da Google.
Tá faltando motivação para malhar? O Google subsidia o personal trainer.
Tá estressado? Passa na sala de massagem do escritório. Já domina o inglês? Inscreva-se nas aulas de Mandarin, Japonês, Espanhol e Francês.
Chegou o dia de comemorar o aniversário de casamento com a patroa? Aequipe de concierge da Google faz a reserva para o jantar no melhorrestaurante da cidade.
Quer comprar um carro novo? Se escolher um carro híbrido, a Google te dáUS$ 5 mil doletas para comprar o carro.
Você conhece algum amigo que se encaixa naquela posição recém aberta na Google? Se a companhia fechar negócio com o cidadão, o googleniano leva 2 mil dólares para casa.
Nasceu o filhote? PARABÉNS! A Google te dá 500 dólares para bancar osgastos extras com o pimpolho nas primeiras quatro semanas.
Sente-se sozinho edeseja fazer novas amizades? Compareça as festas TGIF (Thanks God ItsFriday!) onde o networking rola solto.
Tá cansado de dirigir até o escritório da Google?Sem problemas, o ônibus da empresa pega você em uma das dezenas deparadas pela cidade.Ops, não viu nenhuma novidade nesse benefício?E se eu te disser que todos os ônibus da Google são equipados com redesem fio wireless para você se conectar a web no caminho para o escritório?Melhorou?
E tem mais, cada um dos 10 mil funcionários da Google tem direito a:
* Ficou doente, fica em casa. O funcionário tem "sick days unlimited".
* Passeio anual grátis em estacão de ski, todas as despesas pagas..
* Fantástica Série de Palestras semanais com FAMOSAS e RELEVANTESpersonalidades.
* Comida grátis.
* Equipe grátis de médicos residentes.
* Piscina, quadra de vôlei, paredes para escalar, scooters e mídiacenters.
* 20% do tempo de trabalho livre para se dedicar a projetos FORA DOTRABALHO.A Google oferece tantos benefícios aos googlenianos, que o difícil não étrazer o funcionário para o trabalho, mas mandá-lo embora para casa.

A turma simplesmente não tem motivos para ir embora!Até quem não trabalha na Google quer conhecer a organização por dentro. Mikhail Gorbachev, Margaret Thatcher e Muhammad Yunus são algumas dascelebridades que passaram por lá recentemente para aprender alguma coisa.

"A Google não é uma empresa convencional. Nós não temos nenhuma intenção de sermos uma!"

Primeiro parágrafo da lendária carta assinada por Page e Brin distribuída para os potenciais acionistas da Google pouco antesde abrir o capital da empresa em 2004.
Fazer esportes, assistir a palestras interessantes, ter acesso 24x7 ainternet, comida saudável a qualquer hora do dia, ajuda para resolver com tranqüilidade os pequenos grandes problemas da vida (lavar roupa ecarro,melhorar de um resfriado ou cuidar dos filhos, conhecer novas pessoas) existem por um único motivo: ATRAIR E RETER OS MAIS INTERESSANTES SERES HUMANOS DO PLANETA. Seres Humanos que querem mudar o mundo, não amadores que procuram por uma boa teta para mamar.
A Google não é um clube de campo paizão. Eles não estão relaxados. Eles querem mudar o mundo, "Organizar, disponibilizar e tornar útil toda ainformação disponível no mundo".
A turma da Google não vive para escrever códigos ou vender links patrocinados, eles tem uma causa e estão com pressa.
A Google oferece benefícios para provocar o SENSO DE URGÊNCIA e não acomplacência nas pessoas.
Cada benefício é escolhido a dedo para estimular a mente criativa de todos nós.
Esse espírito quebra tudo da Google atraiu muito talento e muito dinheiro nos últimos anos. Hoje, dinheiro não é problema para a Google.Com apenas 8 anos de idade, a empresa fatura mais de 10 bilhões de dólarespor ano.
O valor de uma única ação ultrapassa 483 dólares!!!!
Eles tem mais de 10 bilhões de doletas na poupança para investir, comprar, reformar,inventar o que quiserem!!!! Eles têm todo o dinheiro do mundo para compraro maior e mais confortável escritório do planeta, entretanto, osfuncionários da Google trabalham "apertados" em cubículos próximos uns dos outros, simulando o permanente ambiente de sala de estudo de faculdade onde os fundadores começaram a empresa.A indústria de tecnologia é privilegiada.

Talvez por ser uma indústria jovem, liderada por pessoas jovens (Bill Gates e Steve Jobs) - muitas vezes sem nenhuma experiência em mega corporações regradas e engessadas -,que negam, renegam e desprezam as regras medíocres do mundo corporativo que CASTRAM a criatividade do SER HUMANO.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Primeira postagem escrita por mim

Hoje é o primeiro dia que eu resolvo escrever algo feito por mim neste blog.
Não que eu não saiba escrever (talvez não mesmo), mas o caso é o que escrever; aliás nos últimos tempos minha fonte de criatividade está meio danificada. O que não é nada legal pra quem pretende seguir carreira de comunicação/criação !
Por isso resolvi postar algo aqui, pra testar a minha "fonte" e ver se ela está tão ruim quanto imagino.

Falando em fonte, comunicação, danificada...acho que uma das coisas que vêm "danificando meu cérebro" e o de muita gente é esse negócio de computadores, Era Digital e muita tecnologia; não que isso seja ruim, mas não que não seja também. O caso é que esse negócio de muita internet, muito computador, muito Orkut, muita porcaria; vêm atrasando o raciocínio das pessoas, pensa como hoje as pessoas têm tudo pronto na internet... querem fazer um trabalho, no google já tem pronto, e isso não é bom se fomos ver o lado sério da coisa.
Se pararmos pra pensar, há alguns anos atrás quando precisavamos fazer um trabalho, íamos na biblioteca, pesquisavamos nos livros...o que quase obrigatoriamente nos forçava a ter que ler o que ia ser pesquisado. Agora, com o santo google as pessoas só têm o trabalho de copiar e colar e muitas vezes não se dão nem o trabalho de formatar o texto no Word, vejamos agora: será que isso é bom? Pode-se ver nas crianças de hoje, é muito difícil se ver uma criança que não sabe "mecher" num computador; e até as brincadeiras mudaram...meninas não brincam mais de boneca, meninos não brincam de carrinho e ninguém brinca de pega- pega e esconde- esconde. Todo mundo só quer saber hoje é de pesquisar a vida alheia no orkut, brincar com joguinhos virtuais, de vídeo- game, entre outras coisas eletrônicas.
Enfim, não vou ser hipócrita em dizer que muitas vezes caí nessa vida de internauta, mas sempre chega uma hora que cansa, e você cai na real que isso não passa de uma simples futilidade de vida.

ps: não sou contra a tecnologia, nem o computador, nem a internet, mas estou contra a tecnologia que "atrofia" o cérebro!